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Savagecast – Episódio 1 – Que a Selvageria Comece!

Olá Selvagens!

diadopodcast-2015Hoje, no Dia do Podcast, lançamos o primeiro episódio do Savagecast, um podcast voltado exclusivamente para  o Rápido, Furioso e Divertido sistema de RPG: Savage Worlds!

No episódio piloto, os Savagecasters Max Tavares, Nando Alves, Filipe Cunha e “Calango” contam como conheceram o sistema e discutem sobre as regras básicas de Savage Worlds: criação e características básicas dos personagens, regras de testes, tipos de personagens,  combate e mais.

Icone - Max rect3410 Icone - Filipe Icone - Calango

Personagem Exemplo Savage Worlds

PS: Ouvimos dizer que Marty Mcfly escolheu exatamente hoje para ir ao futuro só par baixar o nosso episódio em primeira mão!

Arte da Vitrine: Fernando Alves com foto de Fernando Alves e Eduardo Alcântara.

9 opiniões sobre “Savagecast – Episódio 1 – Que a Selvageria Comece!”

    1. Ainda lembro de um combate quando mestrei uma aventura na Era Hiboriana de Conan usando SWs… Tenso, um dos PdJs levou o farelo com uma flechada na garganta (durante uma fuga contra bárbaros pictos) – Foi vala na hora! Hehehe!
      Claro, a dinâmica da cena, com tensão, emoção e ação, permitiu que mesmo com a perda de um PdJ os jogadores tenham se divertido – o que afinal, é o que importa!

  1. Fiquei interessado na estatística dos dados d4 para d6 e fui investigar! Logo conto os achados. Ótima iniciativa e mais que isso: muito bem executada!

    Dados que explodem… explodindo tripas para fora dos buchos.

    Que venha o SavageCast 2!

  2. Uma das coisas que fez eu assinar em baixo no SW é justamente a ausência dos pontos de vida, que no sistema é ferimentos e ponto. Outra também é sobre os testes de resistência/atributos que é bem reduzido ao D&D por exemplo. Pode fazer várias ações com suas devidas consequências podendo ser o primeiro a agir e na próxima rodada ser o último, ou melhor, escolher quando quer agir (Carta Coringa).

    SavageCast muito bom!

    1. Eu também gosto dessa abordagem de “pontos de derrota” que na prática não significam integridade física, geralmente. Os clássicos “pontos de vida” (que no original tem outro contexto, “hit points”) teriam esta mesma abordagem, talvez a contabilidade dos pontos induza a interpretação errada. Outro jogos que possui esta pegada é o Marvel Heroic Roleplaying Games, com a diferença de que eles caracterizam “ferimentos” físicos (atacam a vitalidade), mentais (atacam a psiquê) e morais (atacam a coragem).
      Também curto a ideia da iniciativa variável por rodada, mas essa é uma regra que pode encontrar muita pessoa contra devido a atrasar o combate (não importa o quão simples seja a ação necessária, o fato de ter que sacar cartas e verificar quem tirou maior vai contar no tempo total gasto) – são prós e contras bem equilibrados, acho que vai do gosto do grupo.

  3. Conheci o sistema bem antes do hype da Retropunk, brinquei com ele mestrando na Era Hiboriana de Conan, foi bem letal… Digo, legal. Bom, ambos. Hehehe.
    Quando tento explicar o SWs gosto de resumir que ele fica no meio termo da liberdade narrativa de 3D&T com a universalidade do GURPS. De fato, isso que me atrai no jogo.
    De fato ele não é um jogo narrativista, ele é mais um sistema simulacionista, mas com a vantagem de que possui ferramentas que abrem janelas para os jogadores participarem mais ativamente da trama como um todo, ganharem um cadinho mais de voz.
    PS: Nando, obrigado por ter pronunciado meu nome corretamente, hahaha!

  4. Não sou conhecedora de muitos sistemas de RPG mas dos que ja joguei, posso dizer que o SW foi o mais interessante para mim que prefiro algo mais dinâmico e simples. se não eu durmo. parabéns aí ao grupo do savagecast! belo trabalho. :)

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